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13.1.07
Heroes em quadrinhos
A inspiração da série de TV Heroes são os HQs, quadrinhos de super-heróis. Pessoas comuns descobrem ter poderes extraordinários e precisam se unir para salvar o mundo. Ainda não estreou por aqui - chega pelo Universal Channel em março ou a qualquer momento pelo computador mais próximo -, mas já é hit absoluto entre as novas séries da TV americana. O mais legal é que o programa assume mesmo que se inspira nos HQs e traz no site quadrinhos on-line com histórias que complementam a série de TV. Não é muito, só algumas páginas, mas elas sempre trazem alguns detalhes interessantes.
E os produtores da série ousaram ainda mais agora, com o intervalo de fim de ano. Pra a gente não ficar na abstinência total, eles apresentaram uma personagem que ainda nem apareceu na série. Hanna, uma menina que capta mensagens eletrônicas e invade computadores com a mente. Quase uma menina-bluetooth. Parace meio idiota, mas juro que é legal. Dá uma conferida lá no Site de Heroes - que aliás é cheio de outras coisas - e depois me diz o que achou.
postado por Cosmo às 11:54
12.1.07
Ressuscita-me
Eu amo novelas. Desde que me conheço por gente, ou até antes disso, quando ficava espiando o professor Astromar por entre as frestas do cobertor.
Talvez seja destino, não sei. Quiçá, tem algo a ver com o fato do meu nome ter sido dado em homenagem a uma personagem de novela, na longínqua década de 70/80 quando Elizabeth Savala era uma bailarina gatinha (sem bulimia) e arrastava asinha pro Fábio Jr.
O fato é que, durante toda minha vida de peixa, ver novelas sempre foi natural, mandatário. Por isso, roubei a senha do amigo no globomediacenter pra acompanhar as sempre saltitantes novelas das seis depois do expediente; ou deixava de sair na hora pra ver o capítulo da novela-das-oito.
O que me intriga é que em anos, incontáveis, essa é a primeira vez que eu não só não assisto a novela nenhuma – nem das seis, nem das sete, que dirá a chatice didática das oito – como não tenho interesse em vê-las. São tantos fantasmas, tantas doenças deprimentes e tantas vezes o Marcos Pasquim sem camisa (dizendo que “tem conteúdo na capa da revista) que o que era bom virou chato; o que era interessante virou sem graça; o que era bem feito virou comezinho.
O que acontece? Esgotamento da fórmula? Coincidência ruim? Atores bons envelhecendo e ficando com permanente cara de poodle? Atores novos piores que os atores velhos com cara de poodle? Novelistas cansados? Mensalão? Não sei. Ainda estou à cata de uma resposta. E procurando dar tempo ao tempo, esperando pra ver quais serão os futuros paraísos tropicais da vênus platinada.
E, enquanto isso, aplaudindo aquela turma de bispos que, de boba, não tem nada, e que copiou a número um no que a número um tinha de melhor no auge: a ousadia com qualidade. Vidas Opostas é uma novela legal. Não excelente, ainda, mas legal.
Enquanto não encontro respostas, faço um pedido: no meio de tantos fantasmas, por favor, ressuscitem o senhor de Montserrat, para o bem desta noveleira que vos escreve.
postado por Wanda às 21:38
O Big Brother do uhu!
Oi, meu nome é Cosmo e eu sou viciado em reality shows.
Pronto, falei. Sabendo disso, dá pra entender porque eu não poderia fazer meu post de estréia sobre outro assunto. E nada melhor pra começar do que o Big Brother. Voltou no dia 9, terça - cheio de novidades, é verdade, mas isso fica pra depois.
O curioso é que o diretor Boninho resolveu chutar o balde e acabar com o papinho de pobrinhos e "riquinhos", assim mesmo entre aspas, porque quem tem realmente dinheiro não iria pra o programa. Fim do sorteio que deu o prêmio de 1 milhão de reais pra Mara e meio milhão pra Cida - fora o que fica com a Receita Federal. Fim das famílias e seus dramas no primeiro programa. Fim da diversidade entre os participantes.
Perceberam como todos são meio parecidos? Não tem uma babá, uma moradora dos cafundós do Nordeste (aliás, do Nordeste só tem um), um gay - fora do armário, pelo menos -, um coveiro, alguém com mais de 30 anos...todos são bonitos, sarados, jovens e se comunicam pelo dialeto do "uhu!!".
Isso por um lado é bom, porque acaba com o discurso de justiça social, mas será que entre milhares de candidatos essas são as 16 figuras mais interessantes? Sei não...
postado por Cosmo às 13:53
10.1.07
Era uma vez um aquário
Cosmo é um peixinho verde, carioca, cheio de ginga, que adora a modernidade, televisão e desenhos com fadas (nem todos, que fique claro). Wanda é rosa, afetada, toda pudores-brasilienses, meio antiquada, adora televisão e desenhos com fadas (quase todos, que fique claro).
Esses dois peixinhos calharam de se conhecer nas poluídas águas paulistanas e, depois de um mês de convivência intensa e próxima durante cerca de dez horas diárias, não decidiram se casar, fazer sexo, dar uns amassos no fumódromo da empresa, fazer ménage, ficar bêbados juntos. Decidiram algo muito mais legal: abrir um blog sobre tevê.
Então é isso. Cosmo e Wanda, ou eu e Cosmo que não sou jogadora de futebol pra falar na terceira pessoa, abrimos hoje nosso espaço compartilhado pra falar de infantilidades, inutilidades, curiosidades, novidades, ansiedades e outros ades quaisquer que só o aquário ligado à tomada nos proporciona. Boa navegação.
postado por Wanda às 21:20

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