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19.1.07

Viva os joselitos! 

American Idol está de volta e eu tinha me esquecido de como gostava desse programa. Sério. Pode ser brega e fútil, mas eu me divirto. Principalmente com a primeira fase: as audições. Ver pessoas realmente talentosas surgirem do nada e ganharem uma chance de se mostrarem é legal, mas melhor ainda são os milhares de joselitos sem noção ficarem decepcionadíssimos ao serem dispensados (alguns dos melhores estão aí abaixo).


A juíza convidada era a cantora Jewel e, é claro, que a primeira candidata a ser mostrada no primeiro episódio da temporada era uma fã incondicional dela. E, é claro, ela cantou o maior sucesso da Jewel "You were meant for me". A menina não mandou bem e foi dispensada. Mas diante da cara de "não acredito" da moça, Randy Jackson diz: "Mas você não precisa fazer isso, você não TEM que ser cantora". E Simon logo emenda: "Olhe pelo lado positivo. Hoje você descobriu que NÃO vai ser". Rá, Simon is back!!!

Mas vendo o espisódio, eu descobri a real função de American Idol na minha vida. Já disse aqui que todos me dizem que não canto bem, sempre. Mas volta e meia, não sei porquê, acho que canto de forma minimamente decente. Mas, ao ver dezenas de pessoas que acham que cantam de forma minimamente decente massacrarem músicas e mais músicas, eu penso: "é, sou igual a eles, não canto nada". É um processo de conscientização da minha mediocridade.

E depois vem a segunda fase do programa com pessoas que realmente mandam bem só pra confirmar que REALMENTE eu sou um lixo. Já até me imaginei uma vez fazendo um teste pra um programa desses e é justamente assistir ao programa que me impede de fazer isso. E, sendo brasileiro, poderia ser ainda pior: eu poderia ter me inscrito no Ídolos. Obrigado, American Idol!

postado por Cosmo às 16:11
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17.1.07

E começa a cantoria 

A sexta edição de American Idol (repito: um dos programas preferidos deste blog), estreou ontem nos EUA. Comemora comigo: a espera acabou, uhu!!! Já que o canal Sony não deu nenhum sinal de que vai em breve exibir os episódios por aqui, só me resta apelar para os downloads para ver o primeiro episódio. Pró pirataria o escambau, eu sou é ansioso!

postado por Cosmo às 17:50
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Mais Globo de Ouro 

O Globo de Ouro é uma premiação criada pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. E não é que, este este ano, uma boa leva de ganhadores são...estrangeiros?! A começar pelos ingleses, que abocanharam nada menos do que sete categorias: melhor atriz de drama e de minisérie para Helen Mirren (na foto ao lado) em "A Rainha" e "Elizabeth I", melhor ator de série dramática para Hugh Laurie em "House", melhor atriz coadjuvante para Emily Blunt em "Gideon's Daughter", melhor ator de comédia para Sacha Cohen em "Borat", melhor ator coadjuvante em minissérie para Jeremy Irons em "Elizabeth I", melhor roteiro para Peter Morgan por "A Rainha" e melhor minissérie para "Elizabeth I". De quebra, "Uggly Betty", adaptação da novela "Betty, a Feia" produzida por Salma Hayeck, ganhou como melhor minissérie de comédia. Mas o contraste veio com Clint Eastwood e Steven Spielberg levando o prêmio por melhor filme em lingua estrangeira com "Cartas de Iwo Jima", falado quase inteiramente em japonês. É, no mínimo, curioso...

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Quase perdi o primeiro prêmio (e abri mão dos últimos, depois de uma longa batalha entre curiosidade vs. sono), mas liguei bem na hora do anúncio de Jennifer Hudson como melhor atriz coadjuvante em drama, por "Dreamgirls" (estréia por aqui em fevereiro). A ex-participante do American Idol tem um vozeirão incrível (se não conhece, clica aqui). Foi eliminada no meio da competição, uma injustiça rodeada de polêmicas. Por ter tanto talento que não foi reconhecido pelos americanos estúpidos, eu estava numa mega-torcida por ela. E, no discurso, ela mandou uma das melhores frases da noite: "Vocês não sabem o que isso faz para a minha confiança". A frase, de tão espirituosa, foi repetida por ninguém menos que Clint Eastwood no seu próprio discurso. Não é mole não!

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Rubens Edwald Filho toda hora se embananava, ficava calado e fazia um resuminho do que havia sido dito no final. Deve existir, aliás, EXISTE, quem faça isso melhor do que ele. Ok, é difícil pra caramba de fazer e quem sou eu pra criticar o cara, mas tinha momentos em que ele se enrolava, e ainda não deixava a gente entender o que estava sendo dito. Assim não dá.

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E, por último, como é mais divertido assistir ao Globo de Ouro do que ao Oscar, não? Não tem aquelas mil pirotecnias infindáveis, não tem aquele excesso de prêmios, alias, não tem excessos. É cheio de discursos espirituosos e sem aquela pressão da musiquinha subindo ao fundo enquanto o premiado se debulha em lágrimas e agradece a Deus e ao mundo. Detalhe para os quatro minutos do discurso de Meryl Streep (ok, ela pode, já foi indicada 21 vezes e, como mesma disse com certo exagero, trabalhou com todos ali). O prêmio de melhor discurso da noite está sendo disputado cabeça a cabeça entre Hugh "House" Laurie e Jeremy "Elizabeth I" Irons. Vou tirar a prova na reprise - legendada, graças a deus.

postado por Cosmo às 16:20
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15.1.07

Enquanto American Idol não vem... 

Enquanto não começa a sexta edição de American Idol (um dos programas preferidos deste blog, vale ressaltar), dá pra segurar a ansiedade com a versão do programa feita pela Karaoke Revolution. Funciona como um karaokê comum. Você escolhe entre 40 músicas, bem naquele estilo brega do AI, canta e é avaliado pela afinação e ritmo. Pode passar ou não para a próxima fase da competição, isso depende do nível de dificuldade escolhido. Mas como o melhor de AI são os juízes, no karaokê não poderia ser diferente. Depois da sua apresentação, Simon Cowell e Randy Jackson aparecem acompanhados da desconhecida Laura (Paula Abdul ficou de fora, porque será?) e dão o seu veredito sobre a performance. Como não nasci pra cantar (algo que todos fazem questão de deixar bem claro em todas as rodinhas de violão que participo), com certeza eu seria esculhambado pelo Simon. Seria um momento Mastercard ele virar pra mim e mandar: "Gostei do fim, quando você parou de cantar". Não tem preço!

postado por Cosmo às 15:08
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14.1.07

Maldade, mentiras e hormônios 

Segundo paredão formado: o insosso Bruno, o da tatuagem de estrelas no braço, contra o Daniel, o baixinho. Sorte do Daniel, que fala mais, já beijou a Liane e aparece bem mais do que o Bruno (se deu ao trabalho de entrar no programa e logo de cara erra numa coisa básica: fazer social). Só não entendi porque o Daniel, já no paredão pelo voto dos líderes, votou na Fani pra tentar disputar com ela. Achou que o público votaria nela só porque ela é uma "mulher de atitude"? Maldade...

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Gostei da novidade do detector de mentiras no confessionário. Idéia simples, mas com grande potencial. Não acaba com a demagogia na hora do voto, mas pelo menos a gente vai poder ter certeza que é demagogia. Com certeza vai influenciar na avaliação dessas figuras. Ponto pro Boninho, de novo.

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A Globo não perdeu tempo e já fez uma versão melhorada do Funk do Paredão. Ouve aqui.

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E eu não disse que os hormônios estavam em ebulição? Cinco dias, três casais. E vão aparecer outros, é só deixar o tempo passar e a carência bater. Espera só.

postado por Cosmo às 23:07
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